Almanaque do Jeremias

ILHÉUS: MAIS UM FIM DE SEMANA DE TERROR NA PASSARELA DO ÁLCOOL

É comum flagrar consumo de drogas e prática sexual ao ar livre.

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Mais um fim de semana de terror na passarela do álcool, no bairro do Pontal, zona sul de Ilhéus.

Moradores da região em contato com a redação do Almanaque, relataram que a pandemia da Covid 19 não tem atrapalhado em nada a algazarra nas noites de sábado e domingo.

Mesmo com o decreto municipal   que obriga bares e restaurantes a funcionarem até as 23h, os frequentadores da passarela permanecem no local após o fechamento dos estabelecimentos e além de infringirem as recomendações de uso de máscara e distanciamento social, praticam atos que segundo A.M.J, moradora do local, são absurdamente repugnantes.

É comum flagrar consumo de drogas e prática sexual ao ar livre, ficando evidente a ausência de uma efetiva fiscalização pelos órgãos competentes, tais como polícia militar (e a respectiva companhia responsável pela segurança daquela região), Poder Municipal (e a devida secretaria responsável) e uma intervenção incisiva do Ministério Público.

O tempo passa, os moradores continuam sofrendo e absolutamente nada foi feito para resolver o problema.

 

Fonte

Redação Almanaque
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ILHÉUS: MAIS UM FIM DE SEMANA DE TERROR NA PASSARELA DO ÁLCOOL

07/06/2021 11:41


Mais um fim de semana de terror na passarela do álcool, no bairro do Pontal, zona sul de Ilhéus.

Moradores da região em contato com a redação do Almanaque, relataram que a pandemia da Covid 19 não tem atrapalhado em nada a algazarra nas noites de sábado e domingo.

Mesmo com o decreto municipal   que obriga bares e restaurantes a funcionarem até as 23h, os frequentadores da passarela permanecem no local após o fechamento dos estabelecimentos e além de infringirem as recomendações de uso de máscara e distanciamento social, praticam atos que segundo A.M.J, moradora do local, são absurdamente repugnantes.

É comum flagrar consumo de drogas e prática sexual ao ar livre, ficando evidente a ausência de uma efetiva fiscalização pelos órgãos competentes, tais como polícia militar (e a respectiva companhia responsável pela segurança daquela região), Poder Municipal (e a devida secretaria responsável) e uma intervenção incisiva do Ministério Público.

O tempo passa, os moradores continuam sofrendo e absolutamente nada foi feito para resolver o problema.

 

Fonte: Redação Almanaque

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