Almanaque do Jeremias

ILHÉUS:EX SECRETÁRIOS E EMPRESÁRIO PRESOS EM OPERAÇÃO TÊM PENAS MANTIDAS POR TJ-BA

A ação investigava um esquema de fraudes e superfaturamento em licitações e contratos realizados pela prefeitura à época.

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Os ex-secretários da prefeitura de Ihéus, no Sul, Jamil Chagouri Ocké e Kácio Clay Silva Brandão, além do empresário Enoch Andrade Silva, tiveram as penas mantidas. Em decisão desta terça-feira (9), a 2ª Turma da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) acatou o voto do desembargador Abelardo da Mata que conservou a sentença de primeira instância.

Os três foram alvos da Operação Citrus, deflagrada em março de 2017 (lembre aqui). Jamil Ocké e Kácio Clay Silva Santos foram condenados a nove anos prisão, enquanto Enoch Andrade foi sentenciado em 11 anos e 11 meses. A ação investigava um esquema de fraudes e superfaturamento em licitações e contratos realizados pela prefeitura à época.

 

Segundo informou ao Bahia Notícias o promotor Frank Ferrari, que coordenou a operação, os réus agora terão de apelar às cortes extraordinárias, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF). Tanto Jamil Ocké, Kácio Clay Silva Santos como o empresário Enoch Andrade respondem aos processos em liberdade desde 30 de agosto de 2017.

Fonte

Redação Almanaque
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ILHÉUS:EX SECRETÁRIOS E EMPRESÁRIO PRESOS EM OPERAÇÃO TÊM PENAS MANTIDAS POR TJ-BA

10/02/2021 12:02


Os ex-secretários da prefeitura de Ihéus, no Sul, Jamil Chagouri Ocké e Kácio Clay Silva Brandão, além do empresário Enoch Andrade Silva, tiveram as penas mantidas. Em decisão desta terça-feira (9), a 2ª Turma da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) acatou o voto do desembargador Abelardo da Mata que conservou a sentença de primeira instância.

Os três foram alvos da Operação Citrus, deflagrada em março de 2017 (lembre aqui). Jamil Ocké e Kácio Clay Silva Santos foram condenados a nove anos prisão, enquanto Enoch Andrade foi sentenciado em 11 anos e 11 meses. A ação investigava um esquema de fraudes e superfaturamento em licitações e contratos realizados pela prefeitura à época.

 

Segundo informou ao Bahia Notícias o promotor Frank Ferrari, que coordenou a operação, os réus agora terão de apelar às cortes extraordinárias, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF). Tanto Jamil Ocké, Kácio Clay Silva Santos como o empresário Enoch Andrade respondem aos processos em liberdade desde 30 de agosto de 2017.

Fonte: Redação Almanaque

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